Doença do carrapatos em cachorros

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Doença que circula indiferentemente entre humanos e animais, isto é, tanto os humanos quanto os ani- mais funcionam como hospedeiros do agente.

É a ocorrência, numa co- letividade ou região, de casos que ultrapassam nitidamente a incidência normalmente esperada de uma doença e derivada de uma fonte comum de infecção ou propagação. É aquele período após a infecção em que os sintomas clínicos são mais marcantes (febre alta etc.). É o que pode viver parasitando, ou não, um hospedeiro (nesse último caso, isto é, quando não está parasitando, é chamado vida livre). Em cães, a infecção é mais comumente observada em cadelas prenhes e lactantes, bem como nos seus filhotes, pois ocorre a contaminação destes por via transplacentária e transmamária. Já  o homem pode adquirir este parasita através da ingestão de ovos que contenham a larva em estágio infectante. Pode haver lesão das paredes dos vasos, podendo haver hemorragias, necrose e processos inflamatórios, que podem resultar no encapsulamento fibroso dessas larvas no tecido acometido, permanecendo viáveis por muito tempo. No homem, a infecção pode ser assintomática, mas as manifestações clínicas irão depender de fatores como: quantidade de carga parasitária, padrão da migração larvária e resposta imune do hospedeiro. O medicamento mais utilizado no tratamento de animais com infecção instalada é o febendazole, na dose de 20 mg/kg. A infecção nos homens se dá quando essas larvas infectantes penetram na pele, geralmente pelos pés, causando uma dermartite característica.

Doença do carrapatos em cachorros

  • Pulmões - tosse e diarreia
  • Hospedeiro definitivo: gato
  • Hospedeiro intermediário: caracol
  • Larvas até 5 meses no ambiente.
  • Diagnóstico: técnica de Baerman (fezes / vómito)
  • Tratamento: broncodilatadores, corticos, anti-helmiticos.

A infecção pode ocorrer em animais (gatos, cavalos, vacas).

As formas crônicas se manifestam mais de dez anos após a infecção inicial. Se não houver a lesão cutânea na fase inicial, a doença pode se manifestar anos mais tarde. A forma aguda pode ser assintomática ou apresentar-se como dermatite urticariforme, acompanhada de erupção papular, eritema, edema e prurido até 5 dias após a infecção. Após 6 meses de infecção, o quadro clínico pode evoluir para esquistossomose crônica, cujas formas clínicas são: Período de incubação: 2 a 6 semanas após a infecção. Período de transmissibilidade: O homem pode eliminar ovos viáveis de S. mansoni nas fezes a partir de 5 semanas após a infecção, durante muitos anos. Medidas de controle: Redução da fonte de infecção com tratamento sanitário adequado das fezes e uso de calçados. As microfilárias, em geral, aparecem no sangue periférico de 6 a 12 meses após a infecção com as larvas infectantes da W. bancrofti. A partir daí, a resposta tissular do hospedeiro contra a infecção vai determinar a extensão da doença. O homem também pode ser fonte de infecção.

O que é teníase e quais os sintomas da infecção por esse parasita intestinal

  • amebíase
  • colite bacteriana
  • shigella
  • campylobacter
  • yersinia
  • clostridium difficile
  • Doença inflamatória intestinal
  • Síndrome do intestino irritável
  • Doenças abdominais funcionais
  • Drogas (AINES, ouro)

Características epidemiológicas: Todos os animais de sangue quente são suscetíveis à infecção pelo vírus rábico.

A infecção benigna pode atingir linfonodos e outras estruturas; em 95% dos indivíduos infectados o sistema imunológico consegue impedir o desenvolvimento da doença. A forma extra-pulmonar é mais comum nos hospedeiros com pouca imunidade, surgindo com maior freqüência em crianças e indivíduos com infecção por HIV. Além de ser transmitida por carrapatos, a tularemia também pode ser adquirida por meio de outros insetos, e pela manipulação de carcaças de animais infectados e peles. Conhecida também como “amarelão”, nos humanos a doença apresenta sinais respiratórios (tosse e pneumonia), gastrointestinais (cólicas, náuseas e hemorragias, que podem evoluir para anemia). Em geral, o M. canis é a causa mais comum de dermatofitose nos animais, correspondendo a 80% dos casos nos cães e a 98% nos gatos. O babesia canis é um protozoário responsável pela babesiose, ou doença do carrapato, uma das doenças mais preocupantes para a saúde dos cães, além dos bovinos e dos equinos. Nos cachorros adultos, e em cachorros jovens acima dos seis meses de vida, a Toxacariase Canina raramente manifesta os seus sintomas. Por possuírem os cachorros normalmente nesta faixa etária um sistema imunológico ativo e eficiente, contra a proliferação e evolução dos estágios das larvas do parasita Toxacara Canis em seu organismo. A contaminação dos cachorros, geralmente se dá, pela ingestão de alimentos contaminados pelos ovos do parasita Toxacara Canis disseminados no ambiente.

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  • Hospedeiro Paratenico: roedor
  • Hospedeiro Definitivo: cães, gatos
  • Intestino - diarreia com muco, desidratação
  • Tratamento: suporte, sulfonamidas, evitar contaminação e carne crua

Visto a grande capacidade que os ovos possuem de adaptação e resistência ao ambiente em que são dejectados juntamente com as fezes dos cachorros, e o seu grande potencial contagioso.

E os ovos já dentro do sistema digestivo, ao passarem pelo estômago eclodem devido a ação do suco gástrico, liberando as larvas no intestino delgado. Este quadro sintomático geralmente se manifesta em cachorros jovens ou filhotes lactantes, pois os cachorros adultos ou jovens acima de seis meses de idade são assintomaticos. Os medicamentos utilizados no tratamento da Toxocariase Canina geralmente são anti-helmiticos e quase sempre são usados em cachorros filhotes da segunda ate a oitava semana de vida. Os anti-helmiticos agem destruindo as larvas do parasita Toxocara Canis no organismo dos cachorros, evitando assim que alcancem a fase adulta e possam produzir ovos. O anti-helmitico comumente usado no tratamento da Toxocariase Canina é o Febendazole, e que pode ser utilizado tanto em cachorros filhotes como em adultos, variando somente a dose. Pois nos cachorros sadios as larvas não conseguem se desenvolver, ficando inertes na forma cistica e em estagio de hipobiose. E este é um método eficaz para a eliminação dos ovos e larvas do parasita Toxocara Canis do ambiente, e também para se evitar uma recontaminação. É importante a detecção de ovos, larvas e parasitas adultos nas fezes, visto que permite identificar as espécies presentes e dirigir a terapêutica nesse sentido. O parasita também pode atingir os seres humanos, provocando o chamado bicho-geográfico.

Sushi estragado causa infecção grave em jovem de Campo Grande

Ele é um parasita intestinal adquirido por cachorros e felinos que ingerem pulgas ou piolhos que contenham suas larvas.

?A presença de um número muito elevado de parasitas pode obstruir o intestino do animal e, desta forma, levá-lo à morte. Neste caso, as larvas podem migrar pelo organismo, através da corrente sangüínea, e atingir diversos órgãos, como fígado, rins, pulmões, olhos e cérebro. Essa moléstia é causada pelo protozoário chamado Babesia canis, que destrói componentes sanguíneos do animal, especificamente, os glóbulos vermelhos. Às vezes, a infecção ocorre como resultado de comer legumes contaminados com fezes de animais, pode haver muitas causas e métodos. O proprietário natural desses parasitas são cães e gatos, em particular cachorros. Se se trata de infecção, um parasita perigoso no intestino delgado se multiplica e produz larvas que podem penetrar em órgãos separados através do sangue. A prevenção da infecção por toxoxose é o cuidado de higiene pessoal e exame sistemático e, se necessário, o tratamento de animais domésticos. As espécies mais comuns são: Ancylostoma spp Ovos A fêmea deposita aproximadamente 16 mil ovos por dia, que são eliminados no ambiente através das fezes do cão infestado. Outros vermes redondos Toxocara canis Ovos A fêmea deposita aproximadamente 200.000 ovos por dia, que são eliminados no ambiente através das fezes do cão parasitado.

Infecção é a mesma coisa que Doença infecciosa?

A espécie mais comun é: Dipylidium caninum Ovos São eliminados, no ambiente espontaneamente ou através das fezes do cão parasitado, dentro dos proglótides.

Ténias: são os parasitas intestinais mais visivelmente detectáveis, já que muitas vezes aparecem como segmentos em forma de grão de arroz na região anal dos animais ou nas fezes. Os animais de estimação infectam-se pela ingestão de larvas ou através da penetração das larvas na pele do animal. Infelizmente, os ovos de tricurídeos são especialmente resistentes e podem sobreviver no solo durante anos, mesmo em  climas mais frios, reinfectando os animais de estimação que frequentam as áreas contaminadas. A infecção ocorre por via oral, através ambientes contaminados com fezes de animais infectados. Provoca uma doença parasitária grave denominada dirofilariose que pode afectar cães, gatos e animais exóticos como os furões. Em alguns casos podemos identificar os sintomas de infecção, no entanto, em algumas situações, o reconhecimento da doença ocorre tarde demais. Animais mais velhos podem ter doença neoplásica ou degenerativa. As fontes de infecção para os seres humanos são, principalmente, os cães e gatos infectados pelo helminto Toxocara canis e T. cati, respectivamente. Entretanto, mesmo após a melhora dos sintomas, os parasitas permanecem no organismo das crianças, podendo acometer a doença quando ocorrer queda da imunidade.

Tratamento da infecção urinária em cães

A doença diarreica aguda pode ser causada por uma variedade de agentes que também podem causar diarreia no cão.

A apresentação clínica mais comum da doença causada por Salmonella Campylobacter é a diarreia aguda acompanhada de febre e as vezes sangue nas fezes. Animais parasitados eliminam os ovos do verme no ambiente através das fezes, esses ovos em condições favoráveis evoluem, surgindo a larva infectante. Por outro lado, o parasita que causa o quisto hidático ou hidatidose é o Echinococcus granulosus, que entra no cão através da ingestão de alimentos que contenham ovos ou larvas. Com esta pesquisa, conseguiu-se mostrar que a infecção por T. canis produz uma resposta pró-inflamatória sistêmica e alterações histopatológicas (lesão tecidual) causadas pela migração errática do parasito”, explica. Altamente contagiosa, esta infecção pode ser transmitida entre animais afectados, através de instrumentos de higiene mal limpos ou em locais onde existem ou já existiram animais infectados. A verminose Toxacariase Canina acomete os cachorros em todas as fases de sua vida, entretanto a sua maior incidência, e onde apresenta situações de maior gravidade e sintomas acentuados. “A doença é causada por um verme chamado Toxocara spp – no cão, Toxocara canis e no gato, Toxocara cati. “Eles ainda podem ser contaminados por ovos de parasitas depositados no solo ou pela ingestão de presas que também tenham engolido o verme”, completa o veterinário Douglas Severo. ESTRONGILOIDIASE Doença parasitária intestinal, freqüentemente assintomática causada pelo helminto Strongiloides stercoralis tendo como reservatório o Homem, cães e gatos.

Quando vermifugar os cachorros adultos?

Pode ocorrer, também, auto-endoinfecção, quando as larvas passam a ser filarióides no interior do próprio hospedeiro, sem passar por fase evolutiva no meio externo.

No entanto, a infecção não tratada pode persistir por toda a vida do paciente devido ao ciclo de autoinfecção. contaminados com fezes de cães) Ciclo biológico No cão: semelhante ao de A. lumbricoides no homem: Ovos - intestino (eclosão) - larva - fígado - coração - pulmão - intestino - verme adulto - ovos (fezes) No homem: larvas migram pelos tecidos sem sofrer Endolimax A BIOLOGIA DO PARASITO: As principais fontes de infecção são a ingestão de alimentos ou água contaminados  por fezes contendo cistos amebianos maduros. PATOGENIA DA AMOEBA: Fatores do parasito: Fatores do hospedeiro CLINICA DA AMEBIASE: A doença e o resultado da infecção causada pela E. histolytica. Entretanto, quando ovos infectivos de são engolidos por cachorros mais velhos, as larvas eclodem, infecção por ascarídeo é parcialmente suprimida e grande número de ovos pode A infecção em cães e gatos é diagnosticada pela detecção de ovos A infecção através do leite é a mais importante (25%) podendo começar a provocar a morte a ninhadas por parasitose, mesmo que a mãe não apresente nenhum sintoma. Uma vez que a infecção se torna patente nos animais parasitados, o nível de contaminação do meio ambiente é muito elevado nas zonas endémicas, pois , durante várias semanas.