Vida Livre

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A transmissão da amebíase ocorre pela ingestão de água e alimentos contaminados com cistos do protozoário ou pelo contato direto, pessoa a pessoa, através das mãos poluídas com fezes contaminadas.

Este verme possui um ciclo de vida parasitológico extremamente complexo e os pacientes infectados por S. stercoralis geralmente são assintomáticos (que não apresenta sintomas) podendo persistir assim por décadas. Conforme já foi dito acima, existem dois tipos de ciclos biológicos apresentados por esse parasito: o ciclo direto ou partenogenético e o ciclo indireto, sexuado ou de forma livre. (NEVES, 2005) 2-Ciclo indireto: “as larvas rabditóides sofrem quatro transformações no solo e após 18 a 24 horas, produzem fêmeas e machos de vida livre. Os ovos originados do acasalamento das formas adultas de vida livre serão triplóides, e as larvas rabditóides evoluem para larvas filarióides (3n) infectantes.”. Com relação a essa parasitose, é CORRETO afirmar (mais de uma alternativa pode estar correta): Cauda recurvada ventralmente, vendo-se ainda dois espículos.- Fêmea de vida livre: mede cerca de 1,5 milímetros. Fêmea de vida livre É mais curta e mais larga que a fêmea partenogenética. Ciclo direto As fêmeas partenogenéticas vão fazer partenogênese e vão produzir as larvas rabditoide, que vão se transforma em larvas filarioídes e posteriormente vão forma novamente fêmeas partenogenéticas. Ciclo indireto Larvas rabditoide diplóide e haplóide vão se transformar, após quatro estagio, em fêmeas de vida livre e machos de vida livre.

Qual desses vermes tem vida livre ,nao é parasita?planaria lombriga filária esquistossomo tênia ancilostomo ou oxiuro?

  • Fêmeas vivem mergulhadas nas criptas da mucosa duodenal,principalmente nas glândulas de Lieberkühn e porção superior do jejuno.
  • Ciclo=> Direto e Indireto.

Fêmea de vida livre: ±1,5 mm Macho de vida livre: ± 0,7 mm 7

BIOLOGIA: Habitat: Ciclo Biológico: direto ou partenogenético e indireto ou de vida livre 8 Fêmea de vida livre: mede cerca de 1,5mm. Ciclo direto: as larvas rabditóides eliminadas com as fezes (5) É considerada uma espécie dimorfobiótica, ou seja, apresenta uma morfologia parasitária e outra de vida livre distinta, intercalando no ciclo evolutivo. Fêmea de vida livre → Mede 1,5mm, fusiforme, com extremidade anterior arredondada e posterior afilada. Os originários da fêmea de vida livre são maiores que os da fêmea parasita. No ciclo indireto, as larvas rabditoides sofrem 4 transformações no solo e produzem fêmeas e machos de vida livre. Os ovos originados do acasalamento das formas adultas de vida livre serão 3n, e as larvas rabditoides evoluem para larvas filarioides (3n) infectantes. 3 – Macho de vida livre: possui aspecto fusiforme, com extremidade anterior arredondada e posterior recurvada ventralmente.

(Filo Platyhelminthes, Filo Nemertea, Filo Gnathosmotulida)

  • Tratamento dos casos sintomáticos
  • Detecção e tratamento de portadores assintomáticos (manipuladores de alimentos)
  • Identificação das fontes de infecção
  • Educação sanitária
  • Saneamento
  • Uso de água filtrada ou fervida

Os originários de fêmeas parasitas medem 0,05mm de comprimento por 0,03mm de largura e os da fêmea de vida livre são maiores, medindo 0,07mm de comprimento por 0,04mm de largura.

Os ovos eliminados pela fêmea eclodem rapidamente no intestino, liberando as larvas rabditoides que saem com as fezes. Essas larvas no meio exterior originam machos e fêmeas de vida livre e também as larvas filarioides infectantes. MORFOLOGIA Fêmea partenogenética parasita; Fêmea de vida livre; Macho de vida livre; Ovos – larvas rabditóides e filarióides – solos úmidos, ricos matéria orgânica e temperaturas 25-30ºC. Strongyloides stercoralis Este é diferente: parasita o intestino delgado humano mas pode ter vida livre e procriar na terra. ● músculos exclusivamente longitudinais, paralelos ao eixo do corpo, reduzindo a capacidade de locomoção nos seres de vida livre, que executam movimentos mais limitados. Estrutura interna de uma fêmea de lombriga Muitos nematelmintos de vida livre são carnívoros, alimentando-se de pequenos animais, incluindo outros nematelmintos. Em relação ao seu ciclo de vida, é um parasita monoxeno e de infestação passiva, sendo transmitido pela ingestão de água e alimentos contaminados com ovos do verme. É correto o contido, apenas, em Existem vários tipos de parasitas e cada um possui variações no seu ciclo de vida. O ciclo direto pode reinfectar o mesmo tipo  de hospedeiro de onde se iniciou.

Transmissão da Esquistossomose – Ciclo de Vida do Parasita

  • Apresenta dois ciclos evolutivos (ambos monoxênicos);
  • Ciclo Direto: Fêmea partenogenética – ovo (intestino) – larva rabditóide 3n (fezes) – larva filarióide –homem (pele). Só fêmea (3n) são parasitas.

diplóides=> fêmea de vida livre Transmissão Hetero infecção ou Primo=> mais usual, larvas filarióides infectantes penetram pela pele (pé).

O estrongilóide (Strongyloides stercoralis) é um helminto de ciclo evolutivo bastante complexo, com dupla modalidade biológica: uma forma parasitária e outra de vida livre. MORFOLOGIA As fêmeas parasitas são partenogenéticas, podendo haver multiplicação e auto-infestação no mesmo hospedeiro, e produzem larvas que, saindo para o meio externo, dão machos e fêmeas de vida livre. Em outros casos, as larvas rabditóides das fezes podem sofrer suas várias mudas no solo e produzir, ao fim de algum tempo, machos e fêmeas de vida livre. Ovovivípara 2) Fêmea de vida livre  0,8 a 1,2 mm de comprimento (2n). 4) Ovos: larvados OBS: Fêmeas partenogenéticas Ovo larvas filarióides 3n – fêmeas parasitas * Larvas rabditóides  originam machos (n) fêmeas de vida livre (2n) 3 Fêmea de S. stercoralis (vida livre)Strongyloides stercoralis Fêmea de S. stercoralis (vida livre) 16 A fêmea de vida livre possui 1,5 mm de comprimento e apresenta a vulva na região mediana do corpo , enquanto que o macho , também de vida livre med. Crescendo e passando por novas mudas chegam a vermes adulto de vida livre, machos e fêmeas que podem repetir o mesmo ciclo evolutivo. Os adultos Gordioidea, de água doce ou semi-terrestres, têm vida livre e curta, e as larvas, que parasitam artrópodos, são o estágio dominante no ciclo de vida.

Ciclo de vida do parasita

Essas larvas podem ser eliminadas nas fezes (veja “ciclo de vida livre” acima), ou causar autoinfecção.

maior que a fêmea de vida livre. partenogenéticas e produz larvas que originam macho e fêmea de vida livre, quando no meio externo. Sobre esses parasitos e as doenças que eles podem causar em humanos é correto afirmar que 1- o Cysticercus cel ulosae é o responsável pela cisticercose humana. Sobre essa doença é correto afirmar que 1- a ingestão de ovos embrionados de Toxocara canis, responsável pela maioria dos casos observados, Sobre o diagnóstico de helmintos é correto afirmar que 1- a única larva de nematoide rotineiramente encontrada nas fezes ou em aspirados duodenais é a do Sobre epidemiologia e controle de geohelmintos, é correto afirmar que 1- a intensidade de infecção é medida pelo número de ovos por grama de fezes, geralmente pelo método de Sobre esse helminto, é correto afirmar que 1- os hospedeiros vertebrados contraem a infecção quando ingerem vegetais aquáticos ou bebem água Sobre Trichuris trichiura e Trichuriases é correto afirmar que 1- vivem preferencialmente no ceco, porém, em infestações elevadas, podem habitar todo o intestino grosso. Em seguida, iniciam o ciclo de Looss até o duodeno (ciclo direto por autoinfecção) onde a única forma adulta parasitária é a fêmea partenogenética.

4. Vida Livre

As larvas rabditóides no ambiente também podem transforma-se em machos ou fêmeas adultos de vida livre, realizando vários ciclos no solo até produzirem larvas filarióides de penetração cutânea (ciclo indireto).

Fêmea de vida livre ou estercoral: Possui aspecto fusiforme, com extremidade anterior arredondada e posterior afiada. Macho de vida livre Possui aspecto fusiforme, com extremidade anterior arredondada e posterior recurvada ventral mente. Originários da fêmea parasitam medem 0,05mm de comprimento por 0,03mm de largura e os da fêmea de vida livre são maiores, medindo 0,07mm de comprimento por 0,04 de largura. Uma vez adultas, ocorre a fecundação e a fêmea libera seus ovos, que saem junto com as fezes recomeçando um novo ciclo. Ciclo de vida livre: A larva rabditiforme eliminada pelas fezes (1) (ver (ver “Ciclo de vida livre” acima), ou pode causar autoinfecção (10). Os ovos resultantes da fecundação, ganham, cada um, uma casca rígida e saem do corpo da fêmea caindo na luz intestinal do hospedeiro que os elimina junto com as fezes. Morfologia Fêmea de vida livre ou estercoralPossui aspecto fusiforme com extremidade ant. Larvas rabditóides são eliminadas nas fezes do individuo podem seguir por dois ciclos: direto (partenogênico) ou indireto (sexuado ou de vida livre).

1- Ciclo de Vida Livre:

Fêmea de vida livre: Possui entre 1mm e 1,5mm de comprimento; possui corpo fusiforme, com extremidade anterior romba e extremidade posterior afilada.

Macho (sempre é de vida livre): É menor que a fêmea, possuindo cerca de 0,7mm e sua parte posterior é recurvada ventralmente. Fêmea Partenogênica: São maiores que as fêmeas de vida livre, porém mais delgadas. Essas larvas podem sofrer uma muda, passando para larvas rabditóides de segundo estádio (L2) que evoluirão para machos ou fêmeas de vida livre.